“Bitcoin Day” celebrado na Argentina, onde as moedas de vinho são lançadas

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A Argentina, um país que sofre de inflação crônica a 25%, é um mercado natural para a Bitcoin crescer. Diversos entusiastas participaram da festa “Bitcoin Day”, na qual participaram 500 participantes para compartilhar conhecimento sobre a nova tecnologia.

“Dia do Bitcoin” reúne 500 entusiastas na Argentina

Realizada na cidade de Almagro, na Argentina, a conferência “Bitcoin Day” serviu como uma oportunidade para as pessoas no país aprenderem mais sobre a tecnologia revolucionária, enquanto os empresários das criptomoedas puderam apresentar suas descobertas e ofertas.

Adriel Araujo, um dos organizadores do evento, disse que a Argentina é um dos mercados mais inovadores no espaço criptográfico: “Buenos Aires é uma das principais capitais onde a maioria dos projetos baseados em blockchain é desenvolvida”. Ele acrescentou que o Banco Central da República Argentina (BCRA), o banco central do país, está muito aberto à inovação e está trabalhando com especialistas em criptomoeda para estabelecer a regulamentação. O BCRA está atualmente adotando uma política de não intervenção para permitir o desenvolvimento da tecnologia.

Araújo não está preocupado com as recentes flutuações do mercado e que a classe de ativos ainda está em uma tendência de alta, prestes a superar os recentes máximos históricos. Ele acredita que as criptomoedas têm o potencial de “eliminar as fronteiras monetárias globalmente”.

Vários fundadores de startups baseados em blockchain se juntaram à conferência, incluindo Guillermo Torrealba, CEO da empresa de serviços de criptografia chilena Buda, Gonzalo Blousson, CEO da startup de notários digitais Signatura, e Carlos Maslaton, chefe de tesouraria da Xapo.

Mike Barrow, um dos organizadores do “Bitcoin Day”, subiu ao palco para apresentar seu projeto baseado em blockchain, Mike Tango Bravo. Dono da casa de vinhos Costaflores, o especialista americano em software emitirá uma moeda para cada garrafa produzida. Estes tokens digitais são comercializáveis ​​no mercado e a casa de vinhos só aceitará o token MTB como meio de pagamento. O vinho estará disponível em 2021.

Barrow argumenta que o projeto visa corrigir a questão do preço arbitrário que os produtores de vinho enfrentam, já que algumas garrafas de qualidade são vendidas por alguns dólares e outras são vendidas por milhares. A casa de vinhos Costaflores produz 15.000 garrafas por ano.

O empreendedor também apresentou um aplicativo baseado em blockchain chamado “Open Vino”, que oferece transparência sobre sua colheita de vinho e todos os custos de produção, incluindo o preço das rolhas, salários e vendas por país. “Isso basicamente significa transparência extrema”, disse Barrow sobre seu banco de dados público no blockchain, que deve ser capaz de conquistar a confiança dos clientes.

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